Teorias do Arco da Velha
TEORIAS, TEORIAS E MAIS TEORIAS! (Um blogue ainda mais parvo do que os anteriores.)

quarta-feira, 10 de agosto de 2005

Teoria da falta de imaginação II

Era uma vez a Imaginação. A Imaginação tinha um grande coração. A Imaginação fazia uma vida normal, trabalhava, cantava, saltava, dançava, saía com os amigos, falava no messenger, ia ao cinema, eu sei lá!
A Imaginação estava em tudo, em todas. Era uma porreira esta “gaija”!
Um dia a Imaginação teve um desgosto, foi em Agosto! Era Verão, mas não havia sol no seu coração!
O que aconteceu então à nossa querida Imaginação? Desapareceu! Deixou de fazer uma vida normal. Ao trabalho faltou. Os amigos deixou. Cantar, saltar, pular e outras actividades abandonou.
Toda a gente sentia tanto a falta dela, a vida parecia amarela. Não havia amigo ou colega que não dissesse “Falta aqui a Imaginação!”. “Que falta de Imaginação!” era outra exclamação.
Foi assim que no trabalho, no lazer e até no grupo de amigos, a Imaginação foi substituída pela Falta de Imaginação!
Oh Júpiter, oh Deuses! Esta Falta de Imaginação era uma velhaca sem coração!!! Aparecia sem ser convidada, fazia a vida negra aos colegas, e o grupo de amigos da Imaginação evitava-a a todo o custo!
A Falta de Imaginação era má, toda a gente lhe queria dar com uma pá. E era feia, tal como a Medeia (só não tinha as serpentes na cabeça, era má, não era copiona). Agora estava em todo o lado, mesmo em solo sagrado (imagine-se)!

Que fazer para a Imaginação voltar? Que fazer para ela iluminar e a Falta de... derrotar?

(continua... um destes dias...)

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